sexta-feira, 13 de maio de 2011

               MARIA  NOSSA  MÃE

 
  Seguindo nosso roteiro  de formação o mês de maio  será mais uma oportunidade de falarmos de Maria Nossa Senhora, pois a catequese também é um lugar de devoção a ELA. Vejamos porque:

 "A catequese tem como centro a pessoa de Jesus Cristo, profeta de Nazaré e Filho de Deus. A doutrina, a liturgia e os sacramentos são importantes na catequese porque nos aproxima de Jesus. A Igreja é importante porque é a comunidade dos seguidores de Jesus. Maria é importante por seu papel fundamental na vida e na missão de seu Filho, assim como em nossa vida e missão.
   Pelo batismo somos incorporados à família Igreja. Na família, a mãe tem um papel muito importante. Maria é a Mãe da Igreja  desde que deu seu consentimento para ser a Mãe de Jesus Cristo, Filho de Deus. Com muita lucidez, Maria aceitou ser Mãe do Salvador e íntima colaboradora do Filho na missão de reunir os povos e libertá-los de tudo o que impede a vida.
   Antes de seu Filho nascer, Maria foi ao encontro de Isabel. Por meio delas, encontraram-se João Batista, o representante dos profetas do Antigo Testamento, e Jesus, o profeta do Novo Testamento. Do ventre de duas mulheres e da vibração de duas crianças nasceu o cristianismo.
   Nos evangelhos vemos que Maria é a mulher forte que viveu a exclusão, sentiu a pobreza, enfrentou a migração.Mulher fiel e corajosa, acompanhou o filho até a Cruz, onde é chamada de mãe dos discípulos: "Mulher, eis aí teu Filho" (Jo 19,26).
   O Papa Paulo VI dizia: "Não se pode falar de Igreja sem que esteja presente Maria". O povo diz: "Não Há Jesus sem Maria; não há Maria sem Jesus". A devoção a maria deve levar o catequizando a conhecer melhor Jesus e o Reino que Ele anunciou.
   A presença feminina de Maria na catequese cria o clima de família marcada pelo acolhimento, amor e respeito à vida. "Maria que fez o Cristo falar, Maria que fez Jesus caminhar" continua com ternura acompanhando seus filhos, atenta às suas necessidades e nos convidando; "Façam tudo o que ele disser a vocês" (Jo 2,5). Este convite é escutado pela catequese, que tem missão de anunciar o Projeto do Pai, revelado pelo Filho de Maria, Jesus Cristo."
Fonte: Catequese Hoje

   Sugestão para este encontro:
   Depois de falarmos sobre Maria nossa Mãe, podemos pedir para que as crianças falem
um pouco de suas mães (nome, como ela é, oque mais gosta nela, etc).
   No final orações espontâneas e um lindo canto sobre Maria.
   Nunca esquecendo de uma atividade para que a criança assimile aquilo que aprendeu.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Maio Mês de Maria – 1ª REFLEXÃO: (Lucas, 1,26-38)

maria
Ouvindo o relato do evangelista sobre o encontro do anjo com Maria, contemplamos muitas coisas bonitas e importantes sobre a Mãe de Deus. Maria é uma virgem, de uma pequena cidade chamada Nazaré, que ficava longe do centro político e religioso da Palestina. Ao receber o anúncio do anjo, Maria se assusta, mas ao mesmo tempo questiona como acontecerá todas aquelas coisas. Após a explicação do anjo, Maria se coloca inteira à disposição de Deus com seu “SIM”.
Nas entrelinhas vemos duas atitudes importantes: a ilimitada bondade de Deus e a total adesão de Maria. Ao escolher uma jovem virgem da periferia, em sua pequenez e simplicidade, e que nada poderia oferecer, a não ser a si própria, Deus se mostra inteiramente disposto a salvar. A gratuidade de Deus se mostra nos pequenos e humildes, sem nada exigir em troca. De sua parte, ao dizer “sim” a Deus, Maria se coloca completamente nas mãos d’Ele, apresentando-se como “SERVA DO SENHOR”, em total disponibilidade.
Dizer que a Virgem Maria concebeu por obra do Espírito Santo é dizer que o que se realiza nela é por inteira iniciativa e vontade de Deus. Por outro lado, na virgindade de Maria encontramos uma bonita abertura da humanidade para a salvação oferecida por Deus. Vemos nela uma consagração total de sua pessoa e de suas potencialidades.
Na relação entre Deus e Maria não existiu reservas, condições ou exigências. Tudo se deu na mais perfeita generosidade, liberdade e graça.
Vejamos nesta atitude de Maria um exemplo forte de confiança Naquele que se crê. Quando acreditamos verdadeiramente não impomos condições, apenas amamos e nos entregamos a este amor. E a partir desse momento, começamos a experimentar em nossas vidas, as graças que nos vêm desta entrega confiante.